
Lagarto é um município brasileiro do estado deSergipe. Está localizado na região centro-sul do Estado, tendo a maior população do interior, e a terceira maior do Estado de Sergipe.
Com uma área de 1.036 Km² e aproximadamente 100.000 habitantes, Lagarto orgulha-se, entre outras coisas, de possuir uma das maiores cidades do Estado com aspecto de grande centro. Nela, o passado de suas igrejas, prédios e monumentos de filhos ilustres, a exemplo de Sílvio Romero e Laudelino Freire, convive harmoniosamente com a arquitetura moderna e com a natureza. É atraente a beleza das ruas, praças e avenidas, que envolve sua gente simples e amiga, sua história, seu folclore, sua culinária típica e seus atrativos naturais.
Um pouco da história de Lagarto é contado por sua gente e está registrado em cada ponto da cidade. Também importante é o marco que revive os primeiros acontecimentos da colonização do município, localizado no povoado Santo Antônio. Segundo historiadores, havia, às proximidades de um riacho, uma pedra em forma de lacertílio, causa provável da origem nominal da povoação. Outra versão fala da existência de um brasão com a marca de um lagarto, deixado por um fidalgo português.
Em Lagarto, os logradouros do centro da cidade ainda guardam aspecto do século passado, destacando-se algumas ruas estreitas como o Calçadão da D. Pedro II e as ruas Cel. Sousa Freire e Acrísio Garcez.
Na Colônia Treze, a 15 minutos da sede municipal, encontra-se uma das igrejas mais incomuns, com paredes cobertas de grama e aparência cônico-piramidal.
O convívio com a natureza fascina a todos que descobrem a beleza natural da Serra da Miaba, um dos lugares mais belos de Sergipe, motivo de inspiração de vários contos, entre eles “Tesouros da Miaba”, de Acrísio Torres de Araújo, localizada na divisa Lagarto - São Domingos. Encantados também ficam aqueles que visitam os remanescentes do Balneário Bica, onde o verde e a selva de pedras se situam lado a lado.
Para diversão de seus moradores e visitantes, a “Cidade Ternura” conta com clubes sociais, restaurantes, ginásios de esporte, parque de vaquejada, estádio de futebol (o Barretão), o espaço livre da Barragem Dionísio Machado e a Praça do Forródromo, cuja área é destinada a apresentações culturais e desportivas. As festas e exibições folclóricas são também características da cidade, com destaque para a Festa da Excelsa Padroeira “Nossa Senhora da Piedade”, o desfile cívico-militar e a Exposição-Feira de Animais, realizados no mês de setembro.
Os festejos de São João e São Pedro estão reservados em seu calendário para o mês de junho com apresentações de quadrilhas, fogueiras, fogos de artifícios e comidas típicas, em que a maniçoba e o ginete não podem faltar. Parafusos, Reisado, Lambe-sujo, Cangaceiros, Taieiras, Terno de Zabumba, Encomenda(ção) das Almas, vaquejada, forró e a tradição das festas natalinas representam algumas de suas riquezas culturais.
Localizada no centro-sul do Estado, a 78 km da capital, Lagarto dispõe de eficiente sistema de transporte com rodovias em bom estado de conservação.
Na área de serviços, Lagarto ainda dispõe de hotéis, pousadas, estabelecimentos bancários, agências de viagens, hospital, maternidades, clínicas etc.
Saindo do centro da cidade estão os bairros: Cidade Nova, Novo Horizonte, Aldemar de Carvalho, Horta, Pacheco, Gomes, Loiola, Matinha, Libório, Jardim Campo Novo, Alto da Boa Vista e os conjuntos residenciais: Sílvio Romero, Laudelino Freire, Albano Franco e Jardim Santo Antônio.
O seu progresso reflete o desenvolvimento do município, hoje possuidor de grandes empresas, escolas de ensino regular e especial, emissoras de rádio, faculdade, pólo universitário, e de uma expressiva quantidade de veículos e pessoas em movimento no trânsito, o que traduz a pujança da sua gente.
Um pouco da história de Lagarto é contado por sua gente e está registrado em cada ponto da cidade. Também importante é o marco que revive os primeiros acontecimentos da colonização do município, localizado no povoado Santo Antônio. Segundo historiadores, havia, às proximidades de um riacho, uma pedra em forma de lacertílio, causa provável da origem nominal da povoação. Outra versão fala da existência de um brasão com a marca de um lagarto, deixado por um fidalgo português.
Em Lagarto, os logradouros do centro da cidade ainda guardam aspecto do século passado, destacando-se algumas ruas estreitas como o Calçadão da D. Pedro II e as ruas Cel. Sousa Freire e Acrísio Garcez.
Na Colônia Treze, a 15 minutos da sede municipal, encontra-se uma das igrejas mais incomuns, com paredes cobertas de grama e aparência cônico-piramidal.
O convívio com a natureza fascina a todos que descobrem a beleza natural da Serra da Miaba, um dos lugares mais belos de Sergipe, motivo de inspiração de vários contos, entre eles “Tesouros da Miaba”, de Acrísio Torres de Araújo, localizada na divisa Lagarto - São Domingos. Encantados também ficam aqueles que visitam os remanescentes do Balneário Bica, onde o verde e a selva de pedras se situam lado a lado.
Para diversão de seus moradores e visitantes, a “Cidade Ternura” conta com clubes sociais, restaurantes, ginásios de esporte, parque de vaquejada, estádio de futebol (o Barretão), o espaço livre da Barragem Dionísio Machado e a Praça do Forródromo, cuja área é destinada a apresentações culturais e desportivas. As festas e exibições folclóricas são também características da cidade, com destaque para a Festa da Excelsa Padroeira “Nossa Senhora da Piedade”, o desfile cívico-militar e a Exposição-Feira de Animais, realizados no mês de setembro.
Os festejos de São João e São Pedro estão reservados em seu calendário para o mês de junho com apresentações de quadrilhas, fogueiras, fogos de artifícios e comidas típicas, em que a maniçoba e o ginete não podem faltar. Parafusos, Reisado, Lambe-sujo, Cangaceiros, Taieiras, Terno de Zabumba, Encomenda(ção) das Almas, vaquejada, forró e a tradição das festas natalinas representam algumas de suas riquezas culturais.
Localizada no centro-sul do Estado, a 78 km da capital, Lagarto dispõe de eficiente sistema de transporte com rodovias em bom estado de conservação.
Na área de serviços, Lagarto ainda dispõe de hotéis, pousadas, estabelecimentos bancários, agências de viagens, hospital, maternidades, clínicas etc.
Saindo do centro da cidade estão os bairros: Cidade Nova, Novo Horizonte, Aldemar de Carvalho, Horta, Pacheco, Gomes, Loiola, Matinha, Libório, Jardim Campo Novo, Alto da Boa Vista e os conjuntos residenciais: Sílvio Romero, Laudelino Freire, Albano Franco e Jardim Santo Antônio.
O seu progresso reflete o desenvolvimento do município, hoje possuidor de grandes empresas, escolas de ensino regular e especial, emissoras de rádio, faculdade, pólo universitário, e de uma expressiva quantidade de veículos e pessoas em movimento no trânsito, o que traduz a pujança da sua gente.
Administração Municipal
| Nomes | Período | Função |
| João Batista de Carvalho Daltro | 1890-1893 | Camareiro |
| José Cirilo de Cerqueira | 1893-1897 | Intendente |
| Sebastião d’Ávila Garcez | 1897-1902 | Intendente |
| Filinto Martins Fontes | 1902-1906 | Intendente |
| José Cirilo de Cerqueira | 1906-1910 | Intendente |
| Gonçalo Rodrigues da Costa | 1910-1912 | Intendente |
| Felipe Jaime Santiago | 1912-1913 | Intendente |
| Antonio Oliva | 1913-1917 | Intendente |
| Joaquim da Silveira Dantas | 1917-1921 | Intendente |
| Joaquim de Carvalho Leó | 1921-1925 | Intendente |
| Acrízio d’Ávila Garcez | 1926-1930 | Intendente |
| Porfírio Martins de Menezes | 1930-1934 | Intendente |
| Rozendo Barreto Machado | 1934-1938 | Intendente |
| Artur Gomes | 1938-1940 | Interventor |
| Armando Feitosa | 1941-1942 | Interventor |
| José Marcelino Prata | 1942-1943 | Interventor |
| Aldemar Francisco de Carvalho | 1943-1943 | Interventor |
| Manoel Emílio de Carvalho | 1943-1946 | Interventor |
| José da Silveira Lins | 1946-1950 | Prefeito |
| Alfredo Batista Prata | 1951-1955 | Prefeito |
| Dionízio de Araújo Machado | 1958-1962 | Prefeito |
| Antônio Martins de Menezes | 1962-1966 | Prefeito |
| Rozendo Ribeiro Filho | 1966-1970 | Prefeito |
| Dionízio de Araújo Machado | 1970-1974 | Prefeito |
| José Ribeiro de Souza | 1970-1972 | Prefeito |
| João Almeida Rocha | 1972-1976 | Prefeito |
| José Vieira Filho | 1976-1982 | Prefeito |
| José Vicente de Carvalho | 1982-1983 | Prefeito |
| Arthur de Oliveira Reis | 1983-1989 | Prefeito |
| José Rodrigues dos Santos | 1989-1992 | Prefeito |
| José Raymundo Ribeiro | 1993-1996 | Prefeito |
| Jerônimo de Oliveira Reis | 1997-2002 | Prefeito |
| José Rodrigues dos Santos | 2002-2008 | Prefeito |
| José Valmir Monteiro | 2009- | Prefeito |
O Monsenhor João Batista de Carvalho Daltro foi quem primeiro governou a Vila do Lagarto, de 1890 até 1893, época em que foram edificados o Paço Municipal, o Hospital Nossa Senhora da Conceição, os Barracões da Feira (espaço da atual Praça Dr. Filomeno Hora), o Lazareto (nas terras do Pe. Pacheco), o Leprosário (no lugar denominado Matinha), as torres da Matriz (revestidas de fragmentos de porcelana) e o Cemitério Senhor do Bonfim (ainda ativado); abriu o Tanque Grande (entulhado, anos depois) onde hoje está localizada a Praça da Madeira. Ao término de sua administração, foi empossado o primeiro político de Lagarto: José Cirilo de Cerqueira, eleito com o apoio do então Governador Felisbelo Freire, permanecendo até 1897.

Turismo
No município de Lagarto, há importantes pontos turísticos: Barragem Dionízio de Araújo Machado, Praça Dr. Filomeno Hora, Pedra da Arara, Cachoeira do Saboeiro, Fazenda Bonfim (Rio do Cristo), Fazenda Boa Vista da Cajazeira (por seu imponente casarão do século XIX em estilo colonial), Rios locais e o Santuário Mariano de Nossa Senhora da Piedade (onde existe uma imagem de La Pietá, que igual só há na Espanha, coroada com autorização de Sua Santidade o Papa João Paulo II). Há também festas anuais de renome estadual e nacional, são elas: LaGospel Music, Lagarto Folia,Silibrina(uma das mais tradicionais do Nordeste, com mais de 80 anos de tradição), Festival da Mandioca, Vaquejada de Lagarto, Exposição Estadual de Animais, Desfile Cívico-Militar, Festa da Padroeira, Forroreta, Madereta.
O turista, além de apreciar a beleza local, pode saborear deliciosos pratos da cozinha regional: arroz de galinha, sopa de mocotó, mugunzá, arroz doce, vatapá, maniçoba, caruru, beijú de tapioca, pé-de-moleque, malcasado, etc.
| Município de Lagarto | |
| "Papa-Jaca" | |
| | |
| Fundação | |
| lagartense | |
| Cidade Ternura | |
| Localização | |
| Localização em Sergipe | |
| Municípios limítrofes | |
| Características geográficas | |
| 97,86 hab./km² | |
| Semi-árido | |
| Indicadores | |

Em 7 de Setembro de 1822 o Brasil tornou-se independente de Portugal. A data foi transformada em feriado nacional e é comemorada com desfiles e paradas em todo o Brasil. Nas grandes cidades, capitais principalmente, as estrelas do desfile são a cavalaria, o exército exibindo seus carros e armamentos, os militares e a Marinha do Brasil. É uma data onde é mostrado o poder militar do país.
Em cidades do interior do Brasil, o Desfile de 7 de Setembro normalmente ganha o reforço dos colégios públicos e outras instituições. Nessas cidades o desfile ganha características da cultura regional, o que enriquece ainda mais o sentido da palavra “Independência”.
7 de Setembro em Lagarto – O Desfile de Lagarto, por exemplo, não se limita unicamente à Semana da Pátria. Para o professor Rusel Barroso, o desfile de Lagarto também carrega o sentimento de patriotismo, mas está muito relacionado às tradições populares. “O lagartense gosta de mostrar a sua riqueza, a sua cultura, o seu folclore.”, disse Rusel.
O 7 de Setembro é muito esperado e famílias inteiras vem também de povoados e cidades vizinhas para ver o Desfile de Lagarto. “As pessoas seguem a tradição, até porque Setembro também é o mês da Padroeira Nossa Senhora da Piedade.”, disse Rusel. As famílias mais antigas de Lagarto, as mais tradicionais, reservavam suas roupas, sapatos, jóias, para vestir durante o calendário de Setembro. E esse costume ainda pode ser visto nos dias hoje e algumas pessoas seguem a tradição à risca.
O desfile: O Cívico e o Folclórico -O Regulamento do Desfile de Lagarto pede para que as bandas toquem músicas que retratem a brasilidade, o sentimento nacionalista. Toquem também músicas que a juventude goste. “É uma forma de aproximar os jovens à tradição do desfile de 7 de Setembro.”, disse o professor Rusel.
Em desfiles de anos anteriores, a opinião pública ficou dividida. Alguns defendem um desfile mais cívico e mais condizente com a data, mostrando a Independência através das Bandas Marciais, estudantes fardados, armas e militares. Outros defendem também a participação dos carros alegóricos, das grandes fantasias, da cultura e folclore da região. “É perfeitamente natural que a cidade tenha um estilo próprio até para comemorar o Desfile de 7 de Setembro, mostrando as suas riquezas culturais, o folclore, mas sem exageros.”,disse o professor Rusel.
Para Martins Filho, figurinista e artista, o desfile também precisa ser uma forma de protestar contra algo que não esteja correto. Martins disse que no desfile do ano 2000, o tema do Colégio Silvio Romero foi a “Imprudência no Trânsito”. Era uma crítica ao trânsito caótico que havia em Lagarto na época. “Um mês depois do desfile, o trânsito de Lagarto foi municipalizado e foi colocada a sinalização nas ruas. Antes era um caos o trânsito.”, disse Martins Filho.
Martins disse que o carro alegórico batizado de “Carro da Imprudência” ficou mantido escondido devido às fortes pressões políticas na época. “O desfile foi tenso. Depois do desfile, precisei ficar quase um mês fora de Lagarto.”, disse.
Para a estudante Daniela Souza, 21, a parte folclórica e os carros alegóricos é uma forma de mostrar a cultura de Lagarto. “Gosto do desfile, só não gosto muito da falta de organização. É muito bom quando eles colocam um tema principal, normalmente quando querem chamar à atenção.”, disse Daniela. As opiniões em relação às alegorias se dividem. O estudante Amadeu Fontes, 24, disse que em anos anteriores, o desfile estava mal organizado. “As alegorias deveriam ter mais temas que falassem da Pátria, temas da nacionalidade. Sou contra qualquer tipo de fantasia.”, disse Amadeu.
Outra polêmica ocorreu em 1999 quando o Colégio Silvio Romero desfilou com o tema “Reciclagem”. A crítica era em relação a um lixão que havia no Tanque Grande. Martins desfilou usando a fantasia “Urubu”. “O lixão do Tanque Grande tinha muitos urubus. Eu fiquei quase um mês fazendo laboratório do Urubu, (risos). Aprendi o movimento que eles faziam para andar, para comer, as asas. Tudo para desfilar e caracterizar o Urubu na avenida.”, disse Martins.
As Bandas Marciais – A maior banda em Lagarto hoje é a do Colégio Silvio Romero, com mais de 120 integrantes. Marcelo Mesquita, presidente da Frevo e Folia, e trabalhando há 25 anos à frente das Bandas Marciais, disse que este ano não irá desfilar. Marcelo que toca instrumentos desde os nove anos, disse que não é uma despedida, mas um tempo. “É preciso que o atleta busque a sapiência que sinalize o momento certo de erguer o troféu da gratidão e, passar adiante a chuteira da missão.”, disse Mesquita.
Este ano quem estará como Maestro da Banda é o Marcelo Mendes, que participa dos desfiles de 7 de Setembro desde 1987. Marcelo conheceu sua esposa na banda há nove anos, namoraram, casaram e hoje tem um filho de dois meses. “Qualquer pessoa pode tocar na banda, só é preciso coordenação motora e dedicação.”, disse Marcelo Mendes.
A Banda do Silvio Romero, do São Cristovão e do Laudelino, são as maiores bandas do estado. O mais novo integrante da banda tem 13 anos e o mais velho 54 anos, que é Sr. Geraldo da farmácia. O Laudelino não irá desfilar este ano por falta de verba.
O Desfile Cívico de Lagarto reúne pessoas e opiniões diferentes, mas não deixa de ser um grande espetáculo esperado o ano inteiro. Com tantas polêmicas, surpresas, e muita beleza, a expectativa é muito grande e milhares de pessoas devem lotar as ruas “para ver a banda passar”.
Em desfiles de anos anteriores, a opinião pública ficou dividida. Alguns defendem um desfile mais cívico e mais condizente com a data, mostrando a Independência através das Bandas Marciais, estudantes fardados, armas e militares. Outros defendem também a participação dos carros alegóricos, das grandes fantasias, da cultura e folclore da região. “É perfeitamente natural que a cidade tenha um estilo próprio até para comemorar o Desfile de 7 de Setembro, mostrando as suas riquezas culturais, o folclore, mas sem exageros.”,disse o professor Rusel.
Para Martins Filho, figurinista e artista, o desfile também precisa ser uma forma de protestar contra algo que não esteja correto. Martins disse que no desfile do ano 2000, o tema do Colégio Silvio Romero foi a “Imprudência no Trânsito”. Era uma crítica ao trânsito caótico que havia em Lagarto na época. “Um mês depois do desfile, o trânsito de Lagarto foi municipalizado e foi colocada a sinalização nas ruas. Antes era um caos o trânsito.”, disse Martins Filho.
Martins disse que o carro alegórico batizado de “Carro da Imprudência” ficou mantido escondido devido às fortes pressões políticas na época. “O desfile foi tenso. Depois do desfile, precisei ficar quase um mês fora de Lagarto.”, disse.
Para a estudante Daniela Souza, 21, a parte folclórica e os carros alegóricos é uma forma de mostrar a cultura de Lagarto. “Gosto do desfile, só não gosto muito da falta de organização. É muito bom quando eles colocam um tema principal, normalmente quando querem chamar à atenção.”, disse Daniela. As opiniões em relação às alegorias se dividem. O estudante Amadeu Fontes, 24, disse que em anos anteriores, o desfile estava mal organizado. “As alegorias deveriam ter mais temas que falassem da Pátria, temas da nacionalidade. Sou contra qualquer tipo de fantasia.”, disse Amadeu.
Outra polêmica ocorreu em 1999 quando o Colégio Silvio Romero desfilou com o tema “Reciclagem”. A crítica era em relação a um lixão que havia no Tanque Grande. Martins desfilou usando a fantasia “Urubu”. “O lixão do Tanque Grande tinha muitos urubus. Eu fiquei quase um mês fazendo laboratório do Urubu, (risos). Aprendi o movimento que eles faziam para andar, para comer, as asas. Tudo para desfilar e caracterizar o Urubu na avenida.”, disse Martins.
As Bandas Marciais – A maior banda em Lagarto hoje é a do Colégio Silvio Romero, com mais de 120 integrantes. Marcelo Mesquita, presidente da Frevo e Folia, e trabalhando há 25 anos à frente das Bandas Marciais, disse que este ano não irá desfilar. Marcelo que toca instrumentos desde os nove anos, disse que não é uma despedida, mas um tempo. “É preciso que o atleta busque a sapiência que sinalize o momento certo de erguer o troféu da gratidão e, passar adiante a chuteira da missão.”, disse Mesquita.
Este ano quem estará como Maestro da Banda é o Marcelo Mendes, que participa dos desfiles de 7 de Setembro desde 1987. Marcelo conheceu sua esposa na banda há nove anos, namoraram, casaram e hoje tem um filho de dois meses. “Qualquer pessoa pode tocar na banda, só é preciso coordenação motora e dedicação.”, disse Marcelo Mendes.
A Banda do Silvio Romero, do São Cristovão e do Laudelino, são as maiores bandas do estado. O mais novo integrante da banda tem 13 anos e o mais velho 54 anos, que é Sr. Geraldo da farmácia. O Laudelino não irá desfilar este ano por falta de verba.
O Desfile Cívico de Lagarto reúne pessoas e opiniões diferentes, mas não deixa de ser um grande espetáculo esperado o ano inteiro. Com tantas polêmicas, surpresas, e muita beleza, a expectativa é muito grande e milhares de pessoas devem lotar as ruas “para ver a banda passar”.











ta de parabens
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